29.5.09
Capítulo 89 – Chegada
Cedinho Diva levantou e foi olhar da varanda o sol acabar de nascer. Maria logo ia chegar e ligar. Ela sabia de tudo. Tudo aquilo da lógica e do bom senso, mas tinha aquela saudade que só as mães sabem como é. Depois do espetáculo do amanhecer ela fez um café forte e resolveu chegar cedo no trabalho, já que na próxima semana estaria de férias e logo viajaria para encontrar Maria.
No caminho para o trabalho sua vontade era de encontrar também cedinho Laura. Diva estava carente... Então ligou.
- oi
- Diva...
- saudades e carências...
Laura sorriu.
- Maria já ligou?
- não ainda é cedo.
- é mesmo, fuso...
- estou tão apreensiva e com saudades dela já...
- você é linda Diva.
- pára Laura...
- estou indo para o trabalho, vou chegar logo.
- eu também.
- jura?
- é. Preciso deixar resolvidas umas pendências, semana que vem estarei de férias. Lembra?
- claro que lembro!
- então nos vemos lá, estou dirigindo. Vem correndo. Beijo
- beijo Diva.
Diva adorava tudo que estava acontecendo entre Laura e ela. Além do prazer Laura tinha uma paciência e um carinho tão especial que fazia Diva ficar ainda mais apaixonada.
Já no escritório ainda vazio, antes das oito, era raro encontrar alguém, Diva começou a juntar uns papéis e guardar outros. Colocava uns na bolsa, tirava outros e logo encontrou os contatos da Beth. A amiga de tantos anos que reencontrou por acaso. Anotou os contatos na agenda e ficou com aquela vontade de saber mais sobre ela e de contar que também ela estava apaixonada por uma mulher. Enquanto ela divagava entre seus papéis e respostas evasivas de e-mail ela ia resolvendo pequenas pendências.
Ela percebeu quando Laura chegou e logo veio a sua sala.
- Diva.
- oi Laura.
- como foi ontem?
- despedidas, família, uns amigos e lágrimas!
A vontade de Laura era abraçar Diva forte e beijar sua boca, mas...
- ela deve estar chegando, logo liga e também logo vocês estarão juntinhas.
- é eu sei.
- já providenciei minha passagem para Londres, viajo dentro de dez dias fico uma semana lá com Maria e depois...
- depois?
- vamos decidir isso eu e você em reuniões freqüentes e longas...
Laura sorriu e era possível ver em seus olhos uma dúvida ou alguma impossibilidade e Diva viu.
- o que foi Laura?
- nada Diva.
- parece que você não vai aceitar meu convite.
- não é isso.
- então já sei o que é.
- é?
- fui muito rápida e muito impositiva.
- não é isso Diva. Eu preciso me organizar para fazer as coisas.
- desculpa, eu sou desorganizada em alguns aspectos mesmo.
- vamos conversar sobre isso em outro lugar, está bem?
- claro Laura.
Naquele momento aconteceu algo que Diva não sabia explicar. Talvez o fato de Laura estar dando um freio em seus desejos...
- vamos tomar um café Diva?
- vamos Laura.
Laura não sabia exatamente o que dizer a Diva. Ela adoraria viajar com ela, mas aquele momento era delicado no trabalho. Mudanças de diretoria, eleições próximas. Sua vida sempre foi tão planejada e tão reta. Ela por um momento ficou receosa...
No café um silêncio inoportuno reinava. Diva ainda se recuperava da despedida do dia anterior e olhava o relógio de cinco em cinco minutos. Ela havia dado um telefone para Maria ligar assim que chegasse.
- calma Diva...
- ai Laura... Minha menina sozinha naquele aeroporto enorme!
- mas não está tudo preparado lá com a agência?
- está Laura, mas eu estou histérica...
Elas riram e aí o gelo estranho foi quebrado.
- tanta saudade de você Diva.
- eu também...
- vamos jantar fora hoje?
- vamos sim, tanto tempo não fazemos isso.
- então está combinado.
Elas voltaram para suas atividades e Diva ligou para Marta. Ela não havia estado no aeroporto, um dos meninos estava com muita febre.
- oi Marta.
- querida como foi tudo ontem?
- ai chorei tanto...
- imagino... Ela já ligou?
- ainda não. Deve ligar logo.
- Maria é esperta e inteligente, fica tranqüila.
- e o menino? a febre?
- garganta o de sempre. Ele está melhor.
- sabe quem encontrei outro dia. Esqueci de te contar.
- quem?
- Beth Vianna.
- jura?
- a subversiva?
- você é ridícula!
Marta caiu na gargalhada.
- ela voltou para o Brasil?
- sim.
- e o marido aquele monumento?
- ficou em Chicago com o filho de dez anos. Ele mora com o pai e ela com uma mulher.
Instante de silêncio.
- repete.
- isso que eu disse. Ela conheceu uma mulher, Rebeca que tem uma joalheria em Chicago, se apaixonou por ela, se separou do marido, deixou o filho com ele e está de férias no Brasil. Semana que vem Rebeca vem encontrá-la.
- meu Deus... Estou totalmente fora de moda...
Elas riram.
- você contou alguma coisa sobre você?
- não ainda.
- ai ai ai.
- fiquei de ligar para jantarmos juntas você vem também.
- claro, não vou perder nada disso, inclusive porque preciso me atualizar.
Enquanto elas conversavam o telefone celular tocou.
- Marta vou desligar é Maria.
Diva atendeu emocionada.
- filha!!!
- oi mãe!
- tudo bem querida?
- tudo mãe. Acabei de pegar minha bagagem e já encontrei a moça da agência. Vamos para o hotel hoje e amanhã vamos conhecer a família.
- está frio? Está de casaco?
- um pouco frio mãe é Londres... Agora preciso ir. Mãe você vem quando?
- minha passagem está marcada para o dia 20, dentro de 12 dias.
- Oba!!!! Beijos mãe, mais tarde eu te ligo e falo tudo.
- beijo meu amor, mamãe te ama, muito! Liga para teu pai...
- vou ligar mais tarde mãe. Tchau.
Desligaram e Diva mais uma vez chorou... Depois ligou para a mãe e para Tony avisando da chegada. E ele logo aproveitou para mais uma agulhada.
- eu sabia que ela não ligaria para mim.
- ela ligará.
- é bom que ela não seja uma filha ingrata, pois logo estará morando aqui comigo, numa casa saudável.
Diva simplesmente depois da frase desligou o telefone. Não precisava escutar o troglodita nem mais um minuto. Laura nesse mesmo momento entrou em sua sala e amenizou a raiva que já tinha se instalado.
- Maria ligou?
- sim, acabou de ligar. Está tudo bem.
- que bom.
- Laura, tenho várias coisas para fazer e não consigo.
- faz o que puder.
- tenho um almoço com a Diretora da sucursal Nordeste, lembra dela?
- claro! Ione Nobrega.
- ela mesmo. Ela vem com um projeto bem interessante e fica no Rio para um seminário. Você não leu o note?
- li e esqueci, com toda essa correria de Maria.
- tudo bem. Mas não pode deixar de ir ao seminário.
- claro que não Laura.
- a noite quero você toda comigo...
- te espero lá em casa.
- não íamos jantar?
- pensei melhor, você já vai para um restaurante agora, vou fazer uma coisa gostosa caseira para nós.
Laura sorriu e foi.
Diva continuou ali entre suas pendências e o dia passou mais rápido que ela esperava.
Capítulo 90 – Pasta de berinjela e queijo Brie
Depois de conseguir ordenar e resolver algumas pendências Diva foi para casa. No caminho o telefone tocou, era Maria.
- mãe.
- querida!
- o hotel é meio ruim.
- jura?
- é, mas bem localizado. É perto da casa da minha nova família. Você vai escolher outro...
- vou sim. E conta tudo. Está feliz?
- estou sim mãe. Amanhã também vou conhecer a escola. Acho que vou gostar de tudo. Já estou falando inglês direto. A moça que nos recebeu é escocesa.
- ai filha que saudade danada!
Maria riu...
- mãe você exagera.
Diva riu também e assim depois de um milhão de declarações e beijos elas desligaram. Ela estava mais tranqüila apesar de saber que o hotel não era o que havia sido escolhido, essas coisas sempre acontecem... Quando as empresas vão ser responsáveis. De qualquer forma Maria ia ficar tão pouco no hotel.
Diva chegou em casa e pensou no que ia preparar para sua ruiva deliciosa e decidiu que teriam acepipes somente regados a vinho e sexo!
Quando Laura tocou a campainha Diva estava abrindo o vinho. Ela correu para a porta e quando abriu viu Laura e pensou num segundo que estava feliz, muito feliz...
- você está linda Diva...
Diva sorriu e beijou a boca quente de Laura.
O jantar foi exatamente como Diva pensou, as duas na sala, sentadas no chão entre beijos, pasta de berinjela e queijo brie...
Laura beija Diva de um jeito que não havia qualquer possibilidade de ficar só no beijo, Diva adorava as suas mãos em seus seios misturadas no tecido quase seda que Diva usava sem nada por baixo. Mãos que escorregavam entre as pernas e raspavam na buceta melada sem quase tocar. Diva desejava... Laura daquela vez chegou pronta para tudo, Diva sentia o volume entre ass pernas de Laura e viajava na vontade de chupá-lo e aos poucos abria o zíper das calças de Laura que sorria no canto da boca de prazer... Diva então realizou seu desejo, tirou o pau de dentro das calças de Laura e se deliciou nele, enquanto Laura vidrada curtia cheia de tesão a visão daquela boca maravilhosa que lambia e engolia seu pau com volúpia.
Diva parou e continuou com sua língua na boca de Laura que estava doida de vontade de fuder Diva e...
- senta nele.
- pede mais, pede...
- senta no meu pau Diva, vem.
E Diva sentou e se encaixou inteira nele agarrada no pescoço de Laura. E subia e descia como um ritmo delicioso. Laura gemia e Diva se fartava melando Laura toda.
Diva então levantou e começou a tirar a roupa lentamente, quase um strip, para Laura. E ela apreciando aquela mulher fez o que devia, tirou sua calça, ficou só com sua cuequinha preta segurando o pau duríssimo como um macho que vai se masturbar. Diva adorou a situação e pediu.
- toca, toca uma me olhando...
Laura às vezes não acreditava no que Diva lhe proporcionava. E fez o que sua mulher pediu. Diva então se apoiou no sofá e quase de quatro chamou.
- vem, vem me fuder bem forte...
Laura levantou, tirou a camisa ficou quase nua e começou a alisar a bunda de Diva, apertou com força e começou a lambê-la... Diva adorava aquilo. Laura continuou e lambendo o cu de Diva e enfiando a língua o máximo que podia. Diva não estava mais agüentando, queria mais, queria ser fudida no fundo... Gemia e pedia.
- mete mais, mete.
Laura se posicionou e foi metendo o pau no cu melado de Diva, e foi enterrando até o fundo, Diva estava doida, queria forte e fundo.
- mete forte, vem.
E Laura começou a estocar como uma louca e Diva gemia mais alto e falava todas as putarias do mundo.
- vem macho tesudo, mete na cadela, mete...
Laura sempre se surpreendia com Diva e no jeito que ela viajava quando trepava. Laura adorava quando essa puta aparecia.
- quer mais puta?
Diva delirou com Laura lhe chamando de puta e queria mais.
- tua puta, vem fode a tua puta.
E Laura metia como uma louca, Diva tocava no grelo e estavam prestes a gozar.
- vem goza no meu cu macho gostoso.
- vou gozar muito no teu rabo.
- me enrraba forte.
Laura não podia mais segurar.
- vou gozar.
- ai vem, vem que eu gozo junto com você.
- vem goza, vem...
E gozaram muito juntas como a muito não rolava...
Diva caiu no sofá e Laura ao seu lado não acreditava no que estava sentindo. Um silêncio merecido, uma brisa fria que entrava pela varanda, as respirações ofegantes se misturavam num abraço suado e em beijos molhados de prazer.
Depois de um tempo Diva quebrou a estática do tempo.
- delícia dar pra você...
Laura olhou para Diva.
- você me deixa alucinada...
- vamos pra cama, quero você nos meus lençóis...
Elas levantaram e foram para o quarto e nuas dormiram um sono pesado e satisfeito.
Capítulo 91 – Seminário
Elas acordaram cedo e ficaram namorando na cama o máximo que podiam. Elas tinham reunião com a tal Ione Nóbrega e ainda o seminário depois do almoço.
- Diva tenho que ir. Vou passar em casa e trocar de roupa.
- jura? Tá tão bom aqui...
Levantaram, Diva fez um café rapidinho e trouxe na caneca para Laura que se vestia. Elas se beijaram várias vezes e Laura correu para casa.
- nos vemos na reunião, às dez e meia.
Laura se foi e Diva voltou para a cama para aproveitar mais alguns minutos de preguiça. Ela deitou e lembrou dos prazeres da noite passada. Lembrava e se tocava, sentia sua buceta ainda melada do sexo perfeito da outra noite. Diva adorava trepar com Laura, gozava tanto, era tão impressionante aquela mulher que lhe penetrava como um macho e que ela tinha vontade de chamar assim, macho. Não tinha vontade que ela fosse um homem, ao contrário era melhor porque ela era mulher, sentia o pau e os seios tocando em suas costas, era a viagem perfeita...
Era a hora e Diva precisava ir. A Ione era uma mulher exigente e não era muito simpática. As poucas vezes que elas se encontraram foi curto e seco. Ela era uma mulher bonita, uma pele bem morena e seios fartos. Tinha um corpão que ela valorizava em vestidos sempre marcados na cintura. Ela tinha uma boa amizade com Laura, elas haviam feito pós-graduação juntas em São Paulo. Teve uma época que os boatos eram que as duas tinham um caso. Diva pensou que seria possível, mas era bom que ela se comportasse porque agora Laura tinha dona!
Diva chegou linda no escritório. Pegou suas anotações e foi para a sala de reunião.
- Bom dia.
- Bom dia Diva.
E lá estava ela menos bonita que antes, mas antipática como sempre.
- como vai Diva?
- bem e você?
- vou bem, quanto tempo não nos vemos...
- é.
- pensei que você não viria.
- e porque pensou isso?
- não sabia que você estava no projeto.
- Ione eu fiz o projeto...
Laura percebendo o pequeno embate.
- Bem, vamos as prioridades?
E a reunião começou. Era uma coisa rápida, já que ela só queria alguns detalhes. A presença de Diva ali era técnica. Ela apresentou as análises e tudo que podia, levantou se despediu e saiu.
Laura percebeu o mau humor de Diva e sabia que havia ali também umas gotas de ciúmes. Laura sabia dos boatos e na verdade sempre rejeitou as investidas de Ione, nunca quis ter nada com ela apesar dela ter tentado algumas vezes.
Diva voltou para sua sala e ligou para Beth.
- oi Beth.
- quem está falando?
- Diva.
- oi Diva, que bom que ligou.
- pois é pensei que podíamos almoçar juntas?
- onde Diva?
- estou no centro Beth.
- ok, pego o metro e te encontro, estou em Copacabana.
Elas se encontraram na saída do metrô, se abraçaram e partiram a caça de um restaurante.
Sentaram num italiano bem bonito na rua do Ouvidor e começaram uma conversa enorme. Diva sabia que tinha hora então ia prestar atenção.
- falei com Rebeca que te encontrei por acaso. Ela sabia que eu ia te procurar de qualquer jeito.
- como assim?
- contei um pouco das nossas aventuras na faculdade para ela.
- jura?
- é, mas só algumas.
E o almoço seguiu entre lembranças e novidades. Diva ainda não havia decidido se contava ou não para Beth que também tinha uma namorada e aí decidiu.
- Diva, você está sozinha?
- não. Tenho uma namorada.
Silêncio e gargalhada...
- ai meu Deus!
- que foi?
- e eu pensei que eu estivesse na ponta. Conta tudo.
- não tem muito que contar. Aconteceu assim e eu estou curtindo muito.
- e como ela é? O que faz?
- ela é linda e é economista. Trabalhamos juntas, você vai conhecê-la.
Até o final do almoço elas falaram e falaram sobre tudo e Diva precisava ir.
- tenho um seminário hoje. Tenho que ir.
- pena, estava ótimo.
- vamos repetir.
Elas se despediram e deixaram alinhavado os próximos encontros.
Diva chegou para o seminário quase atrasada. Laura olhou em seus olhos com um olhar preocupado e feliz. Foram juntas para o auditório e lá Ione estava sentada na primeira fila. E tudo correu como sempre. Muitas palavras, discurso, o texto organizado e poucas ações efetivas.
O seminário correu bem e no horário marcado terminou. Diva escutou quando Ione convidou Laura para jantar, ficou claro que era um jantar a dois e Laura depois de tentar se esquivar, aceitou. Diva ficou uma fera, mas não perdeu a classe. Fingiu que não sabia de nada se despediu de todos e foi para sua sala.
Laura em seguida ligou para seu telefone.
- Diva.
- oi Laura.
- eu vou jantar com a Ione, não consegui dizer não.
- eu vi. Faz parte do trabalho. Bom jantar.
- depois conversamos.
- tchau Laura.
Diva desligou sem mesmo escutar o beijo de Laura. Ela não estava com ciúmes, estava com raiva, o que é pior. Ela resolveu ir para casa e dormir cedo. Quando estava saindo o celular tocou.
- oi Diva. É Beth.
- oi Beth.
- resolvi de repente chamar umas pessoas aqui em casa para um drink, vem com a Laura.
- vou sem a Laura. Ela foi jantar com a chefe.
- então estou te esperando. Beijo
Diva nem queria sair de casa, mas com aquela raiva seria bom dar uma relaxada e bater papo. Ela só queria saber mais da filha que não ligava. Diva então foi para casa e resolveu sair linda, bem bonita mesmo.
Quando chegou em casa o telefone tocou. Era Maria.
- mãe!
- oi meu amor... Tudo bem?
- tudo perfeito mãe. Já conheci a família e gostei de tudo, vou para lá amanhã.
- que bom filha. Ligou para o seu pai?
- liguei mãe, liguei.
- fez bem. Tá frio? Tá de casaco?
- ai mãe...
- não discute e se agasalha.
- tá mãe.
- ai tanta saudade filha...
- mãe logo você chega.
- é filha.
- mãe vou desligar. Eu te amo!
- eu também, muito
Depois de muitos beijos desligaram. Diva chorou feito criança de saudade, orgulho e felicidade...
continua...
postado
por X - 22:19
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14.3.09
postado
por X - 18:25
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17.12.08
...desejo a todas e todos um feliz natal e um ano novo ainda melhor!..
beijos X
postado
por X - 11:53
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16.11.08
...caríssimas e caríssimos leitores. ainda não foi possível postar os novos capítulos dos 'contos da diva'.
peço sinceras desculpas e confesso que para mim é também muito decepcionante esse longo período de silêncio.
escrever é um ofício muito delicado e necessita de grandes doses de dedicação, no meu caso tenho falhado direto.
os novos capítulos virão, já que qualquer história precisa de desfecho, de final... portanto se houver ainda um pouquinho
de paciência entre vocês eu garanto que vai valer a pena...rsss - agradeço o carinho de sempre. beijos X
postado
por X - 13:24
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12.9.08
... Divirtam-se!..
postado
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